Ricardo Marujo Magalhães frequenta, neste ano letivo 2025/2026, a Licenciatura em Oboé com o professor Simon Fuchs na ZHdK, Zürcher Hochschule der Künste, em Zurique, na Suíça.
Ricardo nasceu no Porto, Portugal, em 2006.
Ricardo começou a aprender música aos 7 anos, na escola “Pedaços de Nós”, localizada em Freamunde, Portugal.
Para prosseguir os seus estudos em música, ingressou na Artave no ano letivo de 2018/2019, sendo aluno do professor Luís Alves.
Ricardo trabalhou sob a batuta dos maestros: Roberto Pérez, Nuno Silva, Luís Machado, David Silva, Paulo Silva, Luciano Pereira, Diogo Costa, Rita Castro Blanco, Philippe Ferro, Fernando Marinho, Emílio de César, Francisco Sequeira, Carlos Garcés, Cesário Costa, David Bruchez, Toby Purser e Maxime Tortelier.
Ricardo frequentou masterclasses com os professores Diethelm Jonas, Jean-Louis Capezzali, Ricardo Lopes, Ralph Van Daal, Nelson Alves, Pedro Ribeiro e Luis Pérez.
Em janeiro de 2021, Ricardo lançou a sua primeira composição, Valsa No. 1.
Em fevereiro de 2022, Ricardo ingressou na Banda de Freamunde, dirigida pelo maestro Vítor Resende, também ele compositor.
Em agosto de 2023, Ricardo participou no estágio de verão Concertgebouworkest Young, dirigido pelo maestro Andrés Orozco Estrada, com a solista de violino María Dueñas Fernández. Lá, trabalhou também com Karin Hendrickson, Ronald Karten, Paulien Weierink-Goossen e Fons Verspaandonk. Apresentou concertos na Concertgebouw em Amsterdão e na Konzerthaus em Berlim com as seguintes obras: Romeu e Julieta de Tchaikovsky, o primeiro concerto para violino e orquestra de Max Bruch, Quadros de uma exposição de Mussorgsky e a estreia mundial de Carlijn Metselaar, The Muscle that Raises the Wing.
Em março de 2024, juntamente com o seu grupo de música de câmara Pathétique Quintet, conquistou o primeiro lugar no concurso interno de música de câmara organizado pela Artave. O Pathétique Quintet é formado por Maria Cruz (flauta), Ricardo Magalhães (oboé), Francisco Barbosa (trompa), Luciana Araújo (fagote) e Sofia Silva (clarinete).
Em julho de 2024, juntamente com o seu grupo de música de câmara I’Nomadi Quintet, obteve o segundo lugar no Prémio Jovens Músicos, uma competição muito importante em Portugal para jovens músicos, no nível intermédio da categoria de música de câmara. O I’Nomadi Quintet é formado por Maria Cruz (flauta), Ricardo Magalhães (oboé), Francisco Barbosa (trompa), Luciana Araújo (fagote) e Duarte Carvalho (clarinete).
Em agosto de 2024, Ricardo publicou a sua primeira obra para orquestra de sopros com a Afinaudio, editora portuguesa dedicada à publicação de partituras.
Em setembro de 2024, Ricardo participou na VI edição da JOF (Jovem Orquestra de Famalicão), um estágio orquestral dirigido por José Eduardo Gomes, com Máté Szücs como violista solista. Apresentou dois concertos na Casa das Artes de Famalicão, com a 5ª Sinfonia de Shostakovich e o Concerto para Viola de Béla Bartók.
Em novembro de 2024, Ricardo tocou como oboísta principal na Stadtharmonie Winterthur Töss para o projeto Stabat Mater, dirigido por Helmut Hubov, maestro da orquestra.
Em janeiro de 2025, Ricardo fundou e tornou-se diretor artístico da JORS – Jovem Orquestra Richard Strauss.
Em março de 2025, Ricardo tocou com a Sinfonisches Orchester Schweiz na Tonhalle Zürich, concerto dirigido por Annedore Neufeld, maestro da orquestra.
Em junho de 2025, Ricardo tocou com a La Folia – Kammerorchester em alguns concertos em Zurique, dirigidos por Azat Fishyan, maestro da orquestra.
Em setembro de 2025, Ricardo participou na VII edição da JOF (Jovem Orquestra de Famalicão), um estágio orquestral dirigido por José Eduardo Gomes, com Pedro Ribeiro como oboísta solista. Apresentou dois concertos, na Casa das Artes de Famalicão e na Casa da Música no Porto, com a Abertura de Guilherme Tell e o concerto de Strauss para oboé e orquestra.
Com empenho e dedicação, pretende ser reconhecido ao longo da sua vida como um profissional de excelência.